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Comunicação condominial foi tema de palestra promovida pela PROEMPI, com apoio do Secovi-SP

 
Comunicação condominial foi tema de palestra promovida pela PROEMPI, com apoio do Secovi-SP Comunicação condominial foi tema de palestra promovida pela PROEMPI, com apoio do Secovi-SP

A PROEMPI (Associação das Empresas e Profissionais do Setor Imobiliário de Jundiaí e Região), em parceria com o Secovi-SP, promoveu na noite de quarta-feira, 26 de junho, mais uma edição do Ciclo de Palestras para Síndicos, com o tema "Como não transformar o WhatsApp numa arma". O encontro foi realizado no auditório da Associação dos Engenheiros de Jundiaí e reuniu síndicos, subsíndicos e representantes de administradoras de condomínios de Jundiaí e região.


A coordenação do evento foi de Carlos Eduardo Quadratti, vice-presidente de Administração de Condomínios da PROEMPI, que agradeceu a presença do público, o apoio da Associação dos Engenheiros de Jundiaí e a disponibilidade do palestrante, que veio especialmente da cidade de Mauá para o encontro. "Se você já perdeu a paciência com o grupo do WhatsApp do seu condomínio, você está no lugar certo. Vamos entender como transformar conflitos em convivência", afirmou.


A vice-presidente de Comunicação e Eventos da PROEMPI, Edna Ozzolin, também marcou presença, reforçando o compromisso da entidade em promover eventos que contribuam com a qualificação dos síndicos e a melhoria da gestão condominial.


A palestra foi conduzida por Piterson Gomes, advogado especialista em Direito Condominial e idealizador da plataforma digital Condominionet. De forma clara e objetiva, o especialista abordou os riscos e limites do uso do WhatsApp nos condomínios, além de apresentar boas práticas para manter uma comunicação eficiente, respeitosa e segura entre moradores e síndicos.


Durante sua fala, Piterson destacou que ofensas proferidas em grupos de WhatsApp podem ser enquadradas como crimes contra a honra, como calúnia, injúria e difamação. Segundo ele, não apenas o autor da mensagem pode ser responsabilizado, mas também os administradores dos grupos, caso deixem de coibir discursos ofensivos. "O WhatsApp deve ser ferramenta de comunicação, e não de confronto. É preciso estabelecer regras claras e agir de forma preventiva, com orientações sobre conteúdo permitido, horários e o combate à desinformação", alertou.


O advogado também orientou os participantes sobre as medidas cabíveis diante de agressões virtuais: desde notificações formais e pedidos de retratação até ações penais e pedidos de indenização por danos morais. "O síndico precisa estar preparado para lidar com essas situações com firmeza e conhecimento jurídico", completou.


Baixe a apresentação do palestrante, clicando aqui.

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